domingo, 3 de março de 2013

QUARESMEIRA

Tua ousada exuberância 
abre meus olhos
em tempos de jejum.
E a cidade absolve-me
oferecendo em suas calçadas
tapetes lilases para a oração
como se nada fosse
 mais absurdo
do que uma flor caída no chão.
(Ir. Rosa Ramalho, fsp)

*Este poema é para minha mãe que um dia chorou por uma quaresmeira.









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